Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas. Mas eles disseram: Não andaremos nele. Jr. 6:16

"Estou crucificado com Cristo" "Ich bin Mit Cruscificado Christus" "Yo estoy crucificado con Cristo" "Ik ben gekruisigd met Christus" "Я являюсь распят со Христом" キリストと共に十字架につけられています。Je suis crucifié avec le Christ 我是與基督釘在十字架上 אני ונצלב עם המשיח

sábado, 7 de maio de 2011

Quais as partes de uma oração?


“...Senhor, Ensina-nos a orar...”
 Lucas 11:1

                       
                   Para o nosso aprendizado, podemos entender a oração como tendo três grandes partes, todas elas baseadas na palavra de Deus, a qual precisamos conhecer cada vez melhor se quisermos orar com sucesso. Devemos também, logo no início do nosso período de oração, pedir ao Espírito Santo que nos ajude a orar, pois é Ele que nos proporciona a verdadeira inspiração para a adoração, louvor, intercessão, guerra espiritual, etc. (Ef 2:18)
                  “ Do mesmo modo também o Espirito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que esquadrinha os corações sabe qual é a intenção do espírito: e Ele, segundo a vontade de Deus, intercede pelos santos” (Rm 8:26-27)

              1ª  parte: Ao Deus que eu amo

           “ Eu  te amo,  ó  Senhor, força minha” (Sl 18:l).
               A primeira parte da oração eu vou dedicar ao Deus que eu amo, expressando a Ele todo o meu amor,  admiração, elogios e gratidão por tudo o que ele é e faz e pelas bênçãos que já me foram dadas. Nesta primeira parte - voltada inteiramente a Deus - que é o meu culto racional  (Rm 12:1), eu devo me dedicar a:

1.1 Adoração: é ter prazer em glorificar, exaltar a Deus por aquilo que ele é, por suas  qualidades e atributos, expressando todo o carinho, amor, admiração e contemplação pelo seu ser inefável, incriado, inigualável e incomparável (Rm ll:33-36).
     Na adoração expressamos com nossa boca o que está no espírito de todo verdadeiro adorador: uma atitude de completa rendição aos pés do Senhor,  reconhecendo toda a sua glória, e um desejo intenso de lhe oferecer todo o nosso ser par fazer a sua vontade com o melhor que temos.
      Através da adoração confessamos em amor e contemplação aquilo que a Palavra declara que Deus é: Amor, Bom, Justo, Misericordioso, Sábio, Fiel, Grande, Excelso, etc....
        Por meio da adoração podemos confessar os títulos que a Palavra atribui ao Senhor Jesus Cristo, expressando aquilo que ele é (pode ser por ordem alfabética): aquele que nos ama(Ap l:5), Autor da vida (At. 3:l5), Auto e Consumador da nossa fé ( Heb l2:2), Água da vida ( Ap. 22:l7) etc., Bom Pastor ( Jo. l0:ll ), Cordeiro de Deus (Jo. l:29), Cabeça da Igreja (Ef. 5:23 ), Conselheiro ( Is. 9:6 ), e assim por diante.
          Neste tempo de oração, devemos também adorar, glorificar e exaltar o Espírito Santo, pois Ele é, sendo Deus, possuidor de todos os atributos divinos (At 5:1-4), tendo algumas qualificações específicas pelas quais devemos expressar-lhe amor e admiração. O Espírito Santo é a voz de Deus (Is 6:9-10), o sopro (fôlego) de Deus (Jó 33:4), o poder de Deus (Miq 3:8), o Selo de Deus (II Co 1:21-22) etc...
            Na adoração devemos não somente confessar o que Deus é nEle mesmo, mas também  o que Ele é para nós: Rocha, Fortaleza e Libertador (Sl 18:2), Herança (Sl 16:15), Alegria (Sl 43:4), Luz, Salvação e Vida (Sl 27:1). Também devemos adorá-lo por seu Nome, sua Palavra e sua Voz.

1.2 Louvor: é ter  prazer em elogiar, bendizer ao Senhor, por aquilo que Ele faz,  pelas obras poderosas que continuamente está fazendo:

             “Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza”(Sl l50:2)         
            “Aclamai a Deus, toda a terra. Salmodiai a glória do seu nome, dai glória ao seu louvor. Dizei a Deus: que tremendos são os teus feitos! Pela grandeza do teu poder a ti se mostram submissos os teus inimigos. Prostra-se toda a terra perante ti; salmodia o teu nome. Vinde e vede as obras de Deus: tremendos feitos para com os filhos dos homens” (Sl 66:1-5);
            “Uma geração louvará a outra geração as tuas obras, e anunciará os teus poderosos feitos”  (Sl l45:4)
            “Não há entre os deuses semelhante a ti, Senhor ; e nada existe que se compare às tuas obras”(Sl 86:8)
            Para que este tempo de louvor seja cada vez mais significativo, precisamos conhecer pela Palavra as obras que o nosso Deus está sempre fazendo. Heis algumas delas:
                       
             Senhor, eu te louvor porque tu és o Deus que:

          Operas salvação em toda a terra (Sl 74:l2), fazes justiça ao oprimido (Sl l46:7a); dás pão ao famintos (Sl l46:7c); levantas o abatido (Sl l46:8b); perdoas todas as nossas iniquidades (Sl l03:3b); desfazes o conselho das nações (Sl 33:l0a); anulas os intentos dos povos (Sl 33:lob); fazes cessar as guerras até os confins da terra (Sl 46:9); por nós tudo executas (Sl 57:2); saras os quebrantados de corações e curas as suas feridas (Sl l47:3); fazes com que a mulher estéril seja alegre mãe de filhos (Sl ll3:9); fazes com que o solitário habite em família (Sl 68:6a); dás vista aos cegos (Sl l46:8a); transtornas o caminho dos ímpios ( Sl l46:9c); removes reis e estabeleces reis (Dn 2:2l); manifesta em nós dons espirituais ( I Co l2:7-ll) etc...
            Como o nosso Deus é tremendo! Para que possamos louvá-lo como ele merece, precisamos ter uma revelação clara de quão amorosamente ativo ele está todos os dias em todos os níveis: na sustentação da criação, em salvar os homens, em cuidar de nós, em fazer justiça na história, em governar as nações etc.. Devemos declarar como a multidão ao ver as obras de Jesus:
            “Maravilhavam-se sobremaneira, dizendo: Tudo ele tem feito esplendidamente bem: não somente  e faz ouvir os surdos, como falar os mudos” (Mc 7:37)


              1.3 Ações de graças: é ter alegria em agradecer-lhe por tudo o que ele já nos fez: na criação, na salvação, na morte e ressurreição de Cristo, em nossas vidas, no dia de ontem, na família, ministério etc..
               “Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre...àquele que com entendimento fez os céus, por que a sua misericórdia dura sempre...àquele que estendeu a terra sobre as águas... àquele que feriu o Egito nos seus primogênitos...àquele que separou em duas partes o Mar Vermelho...a quem se lembrou de nós em nosso abatimento...e nos libertou dos nossos adversários...” (Sl l36:l,5a,6a,l0a,l3a,23a e 24)

           A Palavra de Deus nos manda:
          “Em tudo dai graças” (I Tess 5:l8)

           Devemos então, diariamente, em oração, expressar gratidão as Senhor pela criação: o sol, o ar, as florestas, os animais, etc.; pela família; pelos irmão; pela Igreja de Cristo; pelos homens; pelo progresso; pelo corpo; pelos anjos; pelo alimento; proteção; prosperidade; pelo trabalho; porque o nosso nome está escrito no livro da vida, pelo Espírito Santo, e, acima de tudo, por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o maior de todos os dons que Deus nos deu:  pela sua encarnação, pela obra da cruz, pela regeneração, pela libertação dos inimigos, pela nova vida, pelos feitos notáveis da cruz,  por estarmos assentados nEle nos lugares celestiais etc..

            “Graças a Deus pelo seu dom  inefável” (tão sublime que não pode ser descrito por palavras)  II Cor 9: l5

l.4Júbilo/Cântico novo: é a atitude de expressar diante do Senhor todo o prazer que temos nEle, oferecendo-lhe com muita alegria um cântico de adoração, de louvor ou de ação de graças:

          “Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, todos as terras” (Sl 96:0l);
           “Celebrai com júbilo ao Senhor, todos os confins da terra; aclamai, regozijai-vos, e cantai louvores”  Sl 98:4;
              “Celebrai com júbilo ao Senhor, todas  as terras. Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico” Sl l00:l-2.
              O cântico novo, de júbilo, poderá ser um cântico antigo que naquele dia virá ao nosso coração em qualquer parte da nossa oração e que entoaremos ao Senhor com uma graça nova!
              Enquanto tantos cantam para a natureza, para a namorada, para o diabo, etc., expressando suas frustrações e desejos carnais, nós, povo de Deus, devemos diariamente cantar ao Senhor, pois ele é o ser mais digno de ser o alvo de nossa melodia!:

              “De boas palavras transborda o meu coração: ao Rei consagro o que compus: a minha língua é como a pena de habilidoso escritor. Tu és o mais formoso dos filhos dos homens; nos teus lábios se extravasou a graça; por isso Deus te abençoou para sempre ”Sl 45:l-2.
            
  l.5 Consagração: em vista de tanto amor, graças, misericórdia, bondade, fidelidade, sabedoria, poder; do que ele é para nós (adoração), de tudo o que ele sempre está fazendo por nós (louvor) e de tudo o que ele já fez (ações de graças), devemos diariamente nos consagrar ao Senhor em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus para fazer toda a sua vontade (Rm ll:33-36 e l2:l-2):
    
              “Senhor meu Deus, reconheço que tu és digno de receber toda honra, glória, louvor, ações de graças, serviço, riquezas, força, sabedoria, poder, domínio e majestade (...) porque tu és Santo, justo, amoroso, misericordioso, puro e perfeito (...); e porque tu és o único Deus, meu Pai, Rei, Senhor, Salvador, Justificador, Regenerador, Intercessor e Consolador (...),  eu reconheço que tens todo o direito sobre minha vida! Por isso me consagro, me rendo incondicionalmente a ti, oferecendo-te os membros do meu corpo para fazer a tua vontade, servido-te com melhor e com mais precioso que tenho!”
        
   l.6. Ouvir de Deus:  a oração não é um monólogo, mais sim um diálogo entre duas pessoas que si amam profundamente; por isso haverá momentos em que nos calaremos e ficaremos ouvindo atentos o que o Senhor falará conosco:

              “Quando entrava Moisés na tenda da consagração para falar com o Senhor, então ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do Testemunho entre os dois querubins: assim lhe falava” Num 7:89;

              “Por-me-ei na minha  torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza, e vigiarei para ver o que Deus me dirá, e que resposta eu terei à minha queixa” Hab 2:l

              “De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã ti apresento a minha oração e fico esperando” Sl 5:3.

2º parte: Pelos homens a quem tu amas

              “Mandaram, pois, as irmãs de Lázaro, dizer a Jesus: Senhor, está enfermo aquele a quem amas” Jo ll:3.

       2.l. Intercessão/ súplicas: é trazer à presença de Deus pessoas e situações, e pedir por elas, com confiança e confissão da Palavra, o que ele prometeu que fará: pela família, pelos irmãos, pelo próximo, pelo mundo, pela igreja, pelo nosso país, palas nossas necessidades etc.. (Dn 9:l-l9 e Sl 89):
  
              “Rogo-vos, pois, irmão, por nosso Senhor Jesus Cristo e também polo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas orações a Deus meu favor” Rm l5:30

              “...com toda oração e súplica, orando em todo tempo no espírito, e para vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos, e também por mim, para que  me seja dada no abrir da minha boca, a Palavra para com intrepidez fazer conhecido o ministério do evangelho...” Ef. 6: l8-l9;

              “Pedro, pois, estava guardado  no cárcere; mais havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele” At l2:5

              A intercessão diária e continua deverá ser feita:

              por nossa família. As primeiras pessoas pelas quais devemos interceder são as de nossa família, as que compõem  o nosso lar (Lm 2:l9);
              pelo nosso  pastor (Hb l3:7 e l7; II Cor l:l0-ll);
              pelos demais pastores, líderes e irmão;
              pelos parentes, amigos, vizinhos e colegas que desejamos ser salvos e até pelos inimigos;
              por um grande avivamento em nossas vidas, família, comunidade local e extra-locais, no Brasil e em toda a terra, para que o Evangelho do Reino seja pregado a todas as gentes ainda nesta geração;
              pela Igreja do Senhor no Brasil e em toda a terra;
              pelas missões;
              pelos eventos e desafios da comunidade local;
              pelos pecados da nação;
              pelas autoridade do país  (II Tm 2: l-4; Rm l3:l-7; Is 44:28 e 45:l-5)

              A intercessão deverá atingir outras pessoas e situações conforme a direção do Espírito Santo.

              Nesta 2ª parte da oração devemos também  suplicar por nossas necessidades, conforme nos manda a Palavra de Deus:

              “Não andeis ansiosos por cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vosso corações e as vossa mentes em Cristo Jesus” Fl 4:6-7.

              Quando suplicamos por nossas necessidades, a Palavra de Deus nos autoriza a pedir tudo o que precisamos - pedir bastante e pedir grandes coisas; isso de acordo com a vontade de Deus e para a sua glória, pois ele é um Deus grandioso, e que quer fazer grandes coisas em nossas vidas e através de nós ( Mat. 7:7-ll; Mar ll:24; Lc ll:9-l3; Jo l4:l3-l4; Ml 5:7 e l6; l6:24-27; Ef 3:20-2l; Tg 4:2-3; I Jo 3:22 e 5:l4-l5):

3ª parte: Contra os teus inimigos, aos quais odeio com ódio completo

              “Não aborreço eu, Senhor, os que te aborrecem? e não abomino os que contra ti se levantam? Aborreço-os com ódio consumado: para mim são inimigos de fato” Sl l39:2l-22.

       3. Guerra espiritual: os inimigos espiritual de Deus são nosso inimigos. Nesta  parte da oração, de acordo com os mandamentos do Senhor, devemos repreender com autoridade e confissão da Palavra, em nome de Jesus, todas as obras malignas que matam, destroem, oprimem, desgraçam e escravizam o homem, impedindo-o de receber o Evangelho.
              A Palavra de Deus ordena que a Igreja resista ativamente a Satanás. Portanto, ela deve se opor energicamente em oração às obras do diabo e à realização dos seus propósitos malignos, ordenando a sua destruição:

              “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” Mt l6:l8;

              “...porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestiais” Ef 6:l2;

              “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” Tg 4:7;

              “Sede sóbrios; vigiais, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem tragar. Ao qual resisti firmes na fé: sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo” I Ped 5:8-9.
            A esse respeito, leia também as seguintes passagens: Sal l49:6-9; Jz l:l7-33 e 2:l-4; Mt 28:l8; Hb 2:l4; Cl 2:l5; Lc l0:l9; Sal l8:34-40, 27: l-3 e 44:5.
            Heis aqui algumas das fortalezas do diabo contra as quais devemos enviar nossos “mísseis” de oração, contra os quais Satanás não tem nenhuma defesa: pornografia, adultério e prostituição, uso e promoção de drogas, prática e promoção de aborto, ensinamentos da nova era, adoração satânica, violência e crime, guerras, suicídios, divórcio e desunião da família, obras de macumba (despachos) e magia negra, negligência com os necessitados, ataques contra os pastores, obreiros cristão e suas famílias, interesse pelo espiritismo e sobrenaturalismo maligno, acidentes e catástrofes naturais, corrupção, fome, miséria e injustiças etc..
              Devemos repreender todos os níveis das forças malignas: tronos, dominações, principados, potestades, os governadores deste mundo tenebroso e as hostes espirituais da maldade, enfim, todos os demônios ( Cl l:l6 e Ef 6:l2):

              “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de  Deus, levando cativo todo pensamentos à obediência de Cristo...” II Cor l0:4-5.
              Quais são as nossas armas poderosas em Deus para destruir as fortalezas do diabo? São de duas ordens: de defesa e de ataque.

              Armas de defesa: A armaduras de Deus para o cristão, da qual devemos nos revestir continuamente para a guerra espiritual ( Ef 6:ll-l7):
           
       o capacete da salvação;
       a couraça da justiça;
       o cinto da verdade;
       calçando os pés com o evangelho da paz;
       o escudo da fé;
       a espada do Espírito: a Palavra de Deus.

       Armas de ataque:

       o nome de Jesus (Mt l6:l7);
       a Palavra de Deus ( Mt 4:4,7 e l0; I Jo 2:l4);
       o sangue de Jesus ( Ap l2:ll);
       os anjos, pedir ao Senhor dos Exércitos que os envie ( Hb l:l4);
       o jejum com oração (Mt 9:29);
       o louvor (At l6:25-26).

              Invocação final: Cremos que uma das melhores maneiras de encerrar este nosso tempo de oração deve ser fazendo a invocação mais preciosa que o Espírito Santo já ensinou à Igreja:
       “...Ora vem Senhor Jesus” Ap 22:l7 e 20.

              Observação : O jejum, especialmente quando intercessório, é muito agradável a Deus  e deve permear nossas orações sempre que possível. O orar em línguas, sempre que manifesto em qualquer parte da oração, também precisa ser praticado, pois traz grande edificação para quem ora, e toca de maneira muito especial  no próprio Deus. Tanto a adoração, o louvor, como a intercessão em línguas estranhas, possuem um grande poder espiritual:

              “Pois quem fala em outras línguas, não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistério”; “O que fala em outra língua a si mesmo se edifica, mas o que profetiza edifica a igreja”  I Cor l4:2, 4 e l5.
              Depois de terminamos nosso tempo de oração sendo cheios de Espírito Santo, precisamos, no restante do dia, andar no Espírito, mantendo em nosso espírito e mesmo ambiente de amor, fé e de poder. Para isto precisamos estar continuamente meditando na Palavra ( Sl ll9:97), confessando-a com os nossos lábios e colocando-a em prática ( Jos l:8 e Sl l9:l4). Isto nos permitirá sermos cheios e andar no Espírito, o que atrairá para as nossas vidas também um avivamento continuamente crescente:

              “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (Jo 7:38).

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