Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas. Mas eles disseram: Não andaremos nele. Jr. 6:16

"Estou crucificado com Cristo" "Ich bin Mit Cruscificado Christus" "Yo estoy crucificado con Cristo" "Ik ben gekruisigd met Christus" "Я являюсь распят со Христом" キリストと共に十字架につけられています。Je suis crucifié avec le Christ 我是與基督釘在十字架上 אני ונצלב עם המשיח

domingo, 11 de setembro de 2011

SÉRIE FEITOS NOTÁVEIS DA CRUZ - LIBERTOU-NOS E PURIFICOU-NOS DOS PECADOS


A obra maravilhosa de Jesus realizou o poder de ser vista como se iniciando pela nossa redenção e justiça dos pecados, através dos seu sangue. Redenção e a libertação de um escravo pelo pagamento de um resgate (preço) e justificação é antes de mais nada. A absolvição de um condenado de seus erros, com a conseqüente declaração de que agora ele é justo.
Lá na cruz, nossos pecados foram julgados e expiados em Jesus, e o preço que ele pagou pela nossa redenção e justificação foi seu sangue: (Ap 1:5 Hb 9:22, Ef 1:5-7, Rm 3:23-26 e 5:8-9, Cl 1:12-14). A nossa justificação em Cristo inclui não só a declaração legal que somos justos, mas a nossa real transformação em justos. “ De modo que. Como pela desobediência de um só homem, todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornarão justos. (Rm 5:19)

Conseqüências para nossa vida

Por causa da redenção e justificação no sangue de Jesus, passamos a ter consciência purificada e assim nosso espírito pode ter paz e comunhão com o espírito de Deus, pois este sangue não só tira o pecado da consciência como também tira a consciência do pecado: (Rm 5:1, Ef 2:11-13, Cl 1:20a, Hb 9:14 e 10:1-2).
Por isto chamamos a atenção para este fato. De que a purificação pelo sangue que marca o inicio de nossa vida cristã pelo arrependimento e confissão dos nossos pecados (1Jo 1:9), deve ser atendida,crida, Apropriada e anunciada como sendo uma única, total e completa purificação. Diferentemente da purificação carnal e legalista do antigo testamento, a de Jesus é tão perfeita que não somente apaga os pecados do passado depositando em nossa consciência de uma vez por todas, nos fazendo imaculado, como também nos torna inocentes, isto é, elimina a nossa consciência do pecado.

Possuindo apenas sombra dos bens futuros, e não expressão própria das realidades, a lei é totalmente incapaz, apesar dos mesmos sacrifícios sempre repetidos, oferecidos sem fim a cada ano, de levar a perfeição aqueles que deles participam. Se não fossem assim, não teria deixado de oferecê-los, se os que prestam culto, uma vez por todas purificados, já não tivesse nenhuma consciência dos pecados?” (Hb 10:1-2). E assim vai sendo formada em nós a semelhança de Jesus que também era e é imaculado e inocente.
Tal é precisamente o sumo sacerdote que nos convinha: Santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, elevado mais alto que os céus” (Hb 7:26). Esta inocência a perda da consciência do pecado que veio ao homem através de satanás. Na tentação, no paraíso até então o homem não tinha considerado o pecado por si mesmo: (Gn 2:16-17.25 e 3:1-7) Quando ele pecou a sua consciência foi maculada, perdeu a inocência recebeu o conhecimento do bem  e do mal em sua alma, e se tornou consciente do pecado (Gn 3:8-13). Agora com a consciência purificada pelo sangue, o cristão tem o discernimento espiritual do bem e do mal (Gn 3:22a, 1Co 2:15 e Hb 5:14), mas livre e inocentado da consciência do pecado, ele nem se detem em considerar o pecado e muito menos a possibilidade de praticá-lo (Jo 8:46). Não se preocupa com o pecado em sua vida e age em si mesmo com se o pecado não existisse para ele. Não cogita pecar. O pecado, nem de leve lhe causa nenhum tipo de interesse. Portanto agora. Quando pela palavra e pelo o espírito, recebemos um mandamento do Senhor. Não procuramos absolutamente (como a serpente) questionar a vontade (Como balaão – Nm 22:1-22), mas como pessoas inocentes (Akakos – grego) e simples (akeraios – grego), sinceras, singelas e livre de dolo, obedecemos confiadamente (Mt 18:13). Por outro lado quando somos tentados não nos detemos em considerar o pecado, mas como Jesus no deserto, discernimos o mal, não somos atraídos por ele, e o rejeitamos sem nenhuma crise, simplesmente lançando toda nossa credulidade na palavra do pai (Mt 4:1-11). Você já experimentou em sua vida este nível de libertação da consciência do pecado, pelo sangue de Jesus? Você ainda entra em crise quando é tentado, porque ainda considera o pecado como algo possível em sua vida? Qual o grau de valor que estamos atribuindo ao sangue de Jesus, em nossas mensagens? Oremos ao espírito. Por mais revelação sobre o poder  do sangue de Jesus, mas vamos tomar posse desde já das consciências maravilhosas para nossas vidas, desde feito notável da cruz. Claramente indicadas na palavra. “E a Jesus, o mediador duma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que Abel”. (Hb 12:24).

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